Acho que é bem simples:

 

- Céu é Céu e ponto.

 

Sem dúvida alguma ela é a cantora brasileira que melhor consegue marcar o seu espaço, e seu público, se firmando como uma das maiores cantoras de sua geração.

 

Agora com o Sonantes ela continua arrasando e matando a pau. Principalmente em músicas como Miopia (convenhamos que música duca…). Mas vamos parar de falar da Céu e partir pro que interessa que é Sonantes.

 

Estupendo trabalho dessa banda/projeto (utilizei projeto porque não sei se eles vão lançar mais material ou vai parar neste disco) eles conseguem misturam inúmeras influências que passam pelo frevo, música brega, jazz ai seve vai. Viajando um pouco, essa misturança reflete a miscigenação do Brasil.

 

Eles têm uma parada muito bacana que é a total falta de preconceito e a sobra de bom-gosto, que se reflete no que falei acima, na escolha dos temas abordados nas canções.

 

Mas resumindo o que se aproveita do disco é…, vejamos…, bom… Tudo o disco é muito bom, e um detalhezinho a capa, sem noção, a capa deste disco é incrível, um baita de um trabalho gráfico, ainda mais pra quem curte design, limpa, suave e ao mesmo tempo colorida e alegre.

 

Agora pra concluir da pra ver em algumas músicas, uma tendência de ressuscitar a música brega, ou melhor, de dar uma “glamourizada “nela.  Acho que essa tendência vem desde de meados de 2000, quando umas bandas como Mombojó, Otto, Columbia e outros nomes do Indie nacional, lançaram uma homenagem a Odair José.  Além do Sonantes bandas como a Academia da Berlinda (em breve escrevo sobre eles) também “modernizam” o brega.

http://www.myspace.com/sonantes

Lázaro Paz Fanfa